terça-feira, 10 de setembro de 2013

Sobre a Raiva





A raiva pode ser definida como uma emoção caracterizada pelo sentimento de protesto, insegurança, timidez ou frustração contra uma sensação de ameaça sentida pelo Ego, que se enxerga ferido ou ameaçado. A forma como a raiva será exteriorizada depende de vários fatores, como nível educacional, valores morais e princípios pessoais desenvolvidos durante a constituiçã moral e psicológica do indivíduo. 

Enquanto emoção humana, a raiva não apresenta riscos a quem sente e, teoricamente, não dura muito tempo – todas as emoções são passageiras. Apenas se torna nociva quando é sentida por tempo prolongado, se transformando em rancor, irritabilidade, agressividade, fúria, ira, cólera, ódio, crueldade… Desta forma a cronificação da emoção de raiva pode ser resumidamente sintetizada em uma palavra: agressividade. Entretanto, torna-se necessário diferenciar a agressividade adaptada da não adaptada. A adaptada é um instinto extremamente primitivo, experienciado não apenas pelo ser humano mas também por todos os animais vertebrados. 

A agressividade humana adaptada foi a força motriz que fazia com que o homem primitivo avançasse na direção de um animal para abatê-lo e dele poder se alimentar. Era através da agressividade que ele derrubava árvores e, a partir delas, construía casas, ou queimava a madeira em fogueiras para se proteger do frio e afugentar animais selvagens que poderiam colocar sua vida em risco. Era pela agressividade que o homem das cavernas lutava com o líder de um clã inimigo, que ameaçava a integridade de seu grupo de convívio. Em linhas gerais, a agressividade adaptada foi o combustível que permitiu que nossos antepassados atingissem seus objetivos, enfrentando e transpondo os obstáculos que se apresentavam entre eles e suas metas mais importantes de sobrevivência. 

Entretanto, a não adaptada surge quando, mais do que movida pelo instinto de sobrevivência ou necessidade de adaptação, a agressividade se mostra exacerbada e manifestada em direções não produtivas ou injustificadas. Desenvolida por John Dollard e colaboradores, a Hipótese da Frustração-Agressão propõe que todo sentimento de agressividade tenha suas raízes fincadas na frustração; quando a fonte geradora da frustração não pode ser transformada a contento, surge a agressividade, gesralmente destinada a alvos inocentes ou que não são os responsáveis pela origem do sentimento. Assim, de acordo com esta hipótese, a frustração é a condição primária, na qual existe um objetivo que não está sendo atingido, e a agressividade surge como sentimento secundário à frustração. 

A forma como a agressividade irá se manifestar, como dito anteriormente, depende de uma série de fatores ligados à cultura e valores nos quais o indivíduo foi criado. Em alguns casos, a agressividade não é voltada para fora, e sim para dentro, e em casos extremos pode causar uma série de transtornos. Diversos autores associam os Transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo – como por exemplo a tricotilomania ou a compulsão por arrancar fios de cabelo da própria cabeça – a este mecanismo de interiorização da raiva e da agressividade. 

O problema não é sentir raiva. O problema é permanecer sentindo raiva. Qualquer sentimento, quando não evolui e desaparece no mar da impermanência constante a qual todos nós nos encontramos submetidos, vira ressentimento (de re-sentir, sentir novamente). E emoções que se cronificam se tornam poderosas e nos escravizam. A pessoa agressiva pode ter atos impensados e mal-avaliados, podendo colocar a si mesmo e a outras pessoas em perigo. Além disso, se pensarmos na raiva primitiva adaptada – a agressividade que servia de combustível para que o homem primitivo perseguisse um animal ou derrubasse uma árvore – ela era experienciada durante algum tempo e, tendo sido atingido ou não o objetivo principal, desvanecia-se. As consequências biológicas da raiva (aumento do trabalho cardiovascular, descarga de adrenalina no corpo, “cegueira mental” que tem o intuito de fazer o homem enxergar apenas o objeto-gatilho do sentimento, tendo assim sua perseguiçao otimizada) não eram danosas. Quando a raiva se transforma em agressividade e permanece cronificada, o funcionamento biológico correspondente permanece em ação, podendo ocasionar consequências danosas inclusive no campo físico. Por isso diz-se popularmente que “sentir raiva é tomar veneno e querer que o outro morra”: realmente os subprodutos fisiológicos da raiva são tóxicos para o nosso sistema, funcionando efetivamente como um veneno. 

Diante da constatação de que toda emoção de raiva e subsequente sentimento de agressividade possui um correspondente primário na frustração, o caminho mais saudável parece ser, mais uma vez, olhar não para fora, e sim para dentro. O que gostaríamos de obter e não estamos obtendo? O que gostaríamos de estar recebendo dos outros, ou de nós mesmos, e não estamos recebendo? Quais zonas de nossa vida estão nos desagradando? E o que podemos fazer para modificar o que deve ser modificado? Uma série de ferramentas podem ser usadas neste processo, da psicoterapia à meditação, passando pelo uso de florais e até mesmo da cromoterapia no sentido de acalmar nossos sentimentos.

 Devemos agir com responsabilidade perante nossos próprios sentimentos, e usá-los não como desculpa por nossos atos, e sim como importantes instrumentos de navegação que nos auxiliam a atingir nossas metas e superar os obstáculos que, inevitavelmente, surgem como pedras em nosso caminho. Nós temos, sim, esta capacidade.


Flavia Melissa

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Exercitando a paciência





Não adianta! Por mais que, na maioria do tempo, você seja uma pessoa boa, tranquila, da paz, etc... Sempre vão ocorrer situações em que será necessário exercitar a paciência! São milhares de situações que nos testam diariamente: pessoas sem noção, falta de educação, gente folgada, injustiças, o nosso time que perde, o carro que estraga, clientes chatos, falta de tempo, falta de dinheiro, falta de vontade, notícias ruins nos jornais, expectativas frustradas, mudanças de planos, briga com o namorado, desentendimentos com pessoas que gostamos, enfim... São muitas coisas que acontecem todos os dias, o tempo todo e que vão dando uma minada em nossa rotina! Para tudo isso, paciência! Mas, além de paciência é necessário ter postura! Postura pra cortar o mal pela raiz em muitas das situações que acontecem só por que nós permitimos! As pessoas não irão pisar em você a menos que você se deite. Sabe? Pode parecer maldade, egoísmo ou seja lá o que for, mas a pessoa mais importante da sua vida tem que ser você! Então, faça o que você gosta de fazer, fale o que você pensa, não deixe que pessoas te manipulem, te usem, façam com você o que estão acostumadas a fazer com todo mundo que as atura! Não permita que quem quer que seja te tire do sério!
 As vezes não percebemos o quanto coisinhas pequenas podem se tornar problemões pra nossa saúde física, mental, espiritual! Procure ser uma pessoa de essência e não de aparência, tenha personalidade, cuide de você e tente ao máximo se afastar de situações que não te tragam alegria, não podemos perder tempo com quem não compreende que cada um tem que cuidar da sua própria vida e que ninguém é responsável por atos, sonhos, desejos, frustrações alheias! Respire fundo, tire um tempo pra você, caminhe sozinho, escute sua música favorita, desabafe e seja sincero... Não deixe que a pressão do dia-a-dia ganhe mais espaço do que a felicidade em sua vida!

Pati Georg

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Felicidade





Definir felicidade é uma tarefa árdua e que vem sendo objeto de estudo há séculos. A Biologia, Psicologia, Filosofia e as Religiões tentam, há muito, descrever o que afinal de contas é felicidade, e quais são suas fontes e origens.

Resumidamente, podemos tratar a felicidade como um estado mental ou emocional de bem estar, caracterizado por emoções positivas ou agradáveis. Várias vertentes de pesquisa, incluindo a Psicologia Positiva, buscam estabelecer métodos científicos para a mensuração da felicidade; entretanto, a busca continua, sem que resultados satisfatórios tenham sido encontrados.

A principal dificuldade em desenvolver esta almejada “Ciência da Felicidade” parece ser a grande batalha que é descrever o que causa a felicidade, e a total subjetividade de suas raízes. Algumas pessoas se sentem felizes por determinados motivos, mas estes motivos não se aplicam a todos os grupos de pessoas. Aparentemente, as causas da felicidade são tantas quanto são as naturezas humanas – infinitas e imensuráveis.

Atingir um estado de felicidade se torna, assim, tão complexo quanto o próprio psiquismo humano o é. Felicidade pode ser confundida, por alguns, com dinheiro. Por outros, com beleza. Alguém pode se sentir feliz diante de um belo pôr do sol, enquanto outros a resumem a um prato de comida. Assim, a felicidade enquanto objeto Uno, passível de ser alcançado por todos, não existe. Absolutamente como tudo na vida, a felicidade também é relativa, e depende de inúmeros fatores – sociais, culturais, econômicos e de sobrevivência. Em nossa sociedade atual, caracterizada pelo consumo, a felicidade é constantemente associada a adquirir algo que ainda não possuimos: a casa na praia, o mais moderno computador, o brilho no cabelo, a barriga perfeita,, a televisão de tela plana de alta definição. E, sendo projetada para o que existe fora de nós, a felicidade sempre durará muito pouco, pois sempre existirá uma casa maior, mais bonita, em uma praia mais bela. Sempre inventarão um computador mais avançado, uma televisão maior, uma nova moda nos cortes de cabelo ou um padrão de beleza mais idealizado.

O sonho humano de felicidade é, assim, irreal e ideal, moldado pela sensação de conforto e prazer, e tais noções mudam com o passar dos anos e com a fase de desenvolvimento pessoal e amadurecimento psicológico de uma pessoa. Quando perseguimos determinado objetivo e o conquistamos, nos sentimos felizes; mas esta felicidade não corresponde, no entanto, ao sentido profundo e à magnetude dos quais a idéia de felicidade é revestida.

Se você continua na busca pela sua felicidade, procurando a última peça do quebra-cabeça que se encaixará formando a imagem de felicidade e dando sentido à tudo no jogo da vida, reflita: você já passou a maior parte da sua vida fazendo exatamente isso. Você, eu e todos os seres humanos que existem – tirando uns poucos iluminados – passamos a maior parte de nossos anos de existência perseguindo o ideal da felicidade duradoura. Nunca conseguimos entender, entretanto, que essa busca vem sendo nossa maior inimiga, e que quanto mais perseguimos a felicidade, mais nos distanciamos dela.

A felicidade duradoura é uma meta impossível, pelo simples fato de que absolutamente nada na vida é permanente. Assim como as estações do ano se sucedem em um ciclo sem fim, as nossas células se renovam a cada instante. A vida é sinônimo de mudança, portanto, as coisas nunca permanecerão sem se transformar, e nós sempre estaremos nos adaptando a estas transformações: tudo o que existe nasce, cresce, amadurece, deteriora e morre. Nenhuma emoção ou sentimento é duradouro. Com a felicidade não seria diferente. Ela sempre estará a ir e vir.

Além disso, tudo que chega a seu extremo imediatamente começa a se transformar em seu oposto. É assim com o Sol, que ao atingir seu ápice no céu ao meio-dia, imediatamente passa a diminuir, dando espaço à Lua. Também as águas que se evaporam e sobem aos céus: quando atingem o máximo de condensação das gotículas, elas se tornam pesadas e caem de volta na Terra. Assim é também conosco: depois de nos tornarmos adultos maduros, começamos a envelhecer, e um dia morreremos. O outro lado da felicidade é a tristeza: alcançar a felicidade máxima é, também, começar a caminhar na direção da tristeza.

Não precisamos atingir uma felicidade duradoura. Ela não precisa ser duradoura, maior, permanecer conosco durante toda a eternidade. Precisamos de contentamento, precisamos de satisfação com nossas vidas – o que não implica na noção de perfeição. A vida não precisa ser perfeita para ser boa. Você não precisa ser perfeito para ser bom. Você precisa ser você: sonhar seus sonhos e caminhar na direção dos que deseja transformar em realidade. Pedras vão surgir no caminho e, diante delas, podemos fazer duas coisas: ou nos lamentamos e desistimos de caminhar, achando que porque a pedra está ali o caminho não é bom o suficiente… Ou tiramos a pedra do caminho, mesmo que dê um pouco de trabalho. Podemos guardá-la em algum lugar e, mais para a frente, nos utilizar dela para fazer fogo, junto com um graveto. Ou para construir um castelo.

O que estou sugerindo é: reconheça a dor. Acolha a dor: ela é inevitável. A frustração é inevitável, mas não devemos evitá-la, e sim abraçá-la, aprender com ela. A frustração faz parte de quem somos, diz sobre nossos sonhos e metas e pode nos ajudar a crescer; basta que a exploremos e ouçamos atentamente o que ela tem a nos dizer. Isto é contentamento: aceitar a vida como ela é. Quando aceitamos a vida como ela é, e as coisas como elas são, aceitamos a nós mesmos como somos – com nossas qualidades e defeitos.

Felicidade é isso: é o que é. É amar o que é, e a infelicidade é não amar o que é. Quando aceitamos o que é, não somos felizes por causa de coisas, e sim apesar das coisas. Descobrimos que a felicidade não é o destino, mas sim o próprio caminho – o ato de caminhar.


Flavia Melissa
http://flaviamelissa.com.br/

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Eu acredito em milagres








Por Flavio Siqueira,

Eu acredito em milagre. Aliás, eu os vejo todos os dias, o tempo todo.

Quando saio da cama e olho pela janela, tudo escuro, o som dos pássaros que acordam, a brisa gelada da manhã.

Só o milagre explica a sensação de fechar os olhos e sentir o mundo inteiro pulsando dentro de mim, o universo que vive em minha mente, as possibilidades e variações que existem em cada movimento.

Eu acredito em milagre.

Quando vejo meu filho crescendo, quando sinto amor e vontade de ser alguém melhor. Quando enxergo meus limites e tento superá-los na minha eterna luta por ser mais do que a media convenciona que é bom.

Acredito no milagre continuo, presente, natural, que está no que chamo de simples e, talvez por isso, nem sempre enxergo.

O milagre mora em mim. Sou um milagre quando vejo, sinto, me movimento, falo. Quando, falho, finito, boneco de carne que sou, me deparo com uma chama que me transcende, não se prende ao tempo ou ao espaço e que mora dentro de mim, dizendo o tempo todo que sou mais do que um esqueleto que sustenta um monte de orgãos, carne e sangue.

Milagre não é o espetáculo. Sagrado não é o que a gente determina.

O milagre está em mim, está em nós, sempre, cedinho, nos primeiros movimentos da manhã e no ultimo suspiro do anoitecer, continuamente e a gente nem vê.

O milagre é natural e irrestrito. O Sagrado está em todo o lugar.

Acredito no milagre da vida, esse breve lapso de existência que caminha para o apodrecimento do corpo, mas que não me cessa, não me prende, nem me convence que um dia terminará. Só o milagre explica o jeito que, apesar dos pesares, sou remetido dia e noite para um lugar onde não caibo, mas que estranhamente cabe dentro de mim.

Hoje sei que não há sequer um momento em que a vida deixa se movimentar, criando um fluxo que me trás de volta a mim mesmo. Como o corpo que se cura depois de um corte, a natureza que renasce depois do incêndio, o fluxo natural é sempre ao encontro de nossa essência, na regeneração de nossa consciência.

Quanto a mim, apenas enxergo. Esse é meu único papel : Abrir os olhos, desintoxicar os sentidos, alimentando a percepção que me traz de volta para casa, lembrando dia e noite que o milagre está em mim, que o milagre sou eu.


Flavio Siqueira
http://flaviosiqueira.com

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

SUA MELHOR VISÃO




O que você faria se descobrisse que o propósito dos relacionamentos, tem a ver principalmente com o que você dá as pessoas ?

Cada relação, seja com gente ou mesmo com as diversas situações da vida, são na totalidade oportunidades. Pense nisso. Não é o que você ganha, o benefício que terá, as vantagens que virão, mas a possibilidade de expressar-se e, então, enxergar quem verdadeiramente você é. Somente enxergando-se sem máscaras será possível melhorar.

Estranho não? Mas é assim que as coisas muitas vezes aparentam ser: estranhas. Para você se relacionar consigo mesmo é preciso aprender a relacionar-se com o outro, sem interesses, com a intenção genuína de ser solidário às suas causas, presente quando necessário.

Quando age com seu marido, esposa, filhos, amigos, colegas de trabalho, mesmo com os anônimos que cruzam seu caminho, servem seu café, limpam seu chão, manobram seu carro, quando se relaciona com o mundo, na verdade está tendo a incrível oportunidade de se enxergar a partir do que expõe.

Objetos de relacionamento, são veículos que permitem que você expresse o que lhe habita.

É como se todos os dias você tivesse várias oportunidades para colocar para fora o que sozinho não vê e, então, melhorar-se.

Se quiser ter uma boa relação com as pessoas, não espere nada delas, não cobre nem acumule expectativas pensando que, seja quem for, aquela pessoa tem alguma condição de te fazer feliz. Simplesmente ame, ame e ame e, assim saberá quando é hora do sim e quando é hora do não,  de dar e receber, de ir ou voltar; dará o melhor, sem angustias, sem cobranças, olhando para o outro como uma possibilidade de mostrar-se verdadeiramente, permitindo ao próximo reconhecer-se a partir da melhor versão de você mesmo.

Flavio Siqueira
http://flaviosiqueira.com/



terça-feira, 18 de dezembro de 2012

ESPERO QUE...




Espero que não muito distante..

Eu abra a minha janela e sinta uma nova consciência mundial.

Eu espero um dia ver todas as pessoas sorrindo de felicidade.

Espero que as lágrimas de tristeza sequem.

Espero que aquele que hoje não ouve nada, ouça o som de um pássaro amanhã.

Aquele que nada vê, enxergue o mar.

Aquele que não fala, cante.

Eu espero que um dia aquele que tem menos possa ter muito mais.

Aquele que não tem nada tenha tudo.

Espero que as pessoas tenham mais segurança e conforto.

Espero que as pessoas amem mais e odeiem menos.

Que as crianças brinquem ao invés de trabalhar.

Que as crianças sejam crianças.

Que as pessoas tenham mais saúde.

Que não exista mais doenças.

Que todas as pessoas se tornem mais sábias para tomar decisões certas e não repetir os 

mesmos erros passados.

Que vivamos o presente sem pensar no passado e no futuro.

Que as pessoas amem de verdade e sejam honestas com o outro.

Que troquemos a mentira pela verdade.

Que troquemos a infelicidade pela alegria.

Que troquemos a angústia pela calma.

Que haja mais demonstrações de amor, que haja mais loucuras saudáveis em nome dele.

Que não tenham mais corações partidos.

Que as pessoas valorizem mais o que são por dentro tanto quanto tentam encontrar 

perfeição exterior, a perfeição exterior enjoa com o passar do tempo e a interior nos 

enriquece.

Que os pais aprendam com seus filhos e seus filhos aprendam com seus pais.

Que aquela pessoa não abandone seu animal de estimação, mas sim adote mais um.

Que acordemos um dia sem precisar sentir o gosto da carne, para poupar nossos 

amiguinhos.

Que nos vistamos com roupas e não com animais.

Que nos abracemos ao invés de brigarmos.

Que as pessoas digam mais palavras doces.

Que as pessoas sintam mais.

Que todos consigam alcançar suas metas e realizar seus sonhos.

Que as pessoas vivam por mais tempo.

Que as famílias se unam.

Que todas as religiões se tornem uma só, para não haver mais disputas.

Que mantenhamos a nossa fé.

Troquemos a guerra pela paz.

A dúvida pela escolha.

O stop pelo play.

Que as pessoas destruam menos e construam mais.

Que o progresso seja realmente progresso e não retrocesso.

Que sejamos sempre a Luz!



Carolina Marques







domingo, 16 de dezembro de 2012

MENSAGEM DOS ANJOS







MENSAGEM DOS ANJOS 
com Ann Albers
15 de Dezembro de 2012.



É isto!

Esta é a semana que muitos questionaram, falaram, leram, escreveram documentários...
21 de Dezembro de 2012!

“E o que esta data significa exatamente?” Vocês nos perguntaram muitas vezes.

Nossa resposta com um brilho nos olhos é: “Absolutamente nada a não ser o que fizerem dela”.

Pois, aos nossos olhos, 21 de Dezembro de 2012 é uma data criada pelo homem em um calendário, baseada na observação dos movimentos dos astros no céu. E, queridos, as estrelas passaram por ciclos nos céus, desde que o seu mundo foi criado.

Vocês podem despertar em 22 de Dezembro de 2012 e dizer: “Bem, isto não foi muito emocionante”

Ou podem dizer: “Uau, estamos em um período do tempo, além do que os antigos podiam ver. O calendário deles terminou ontem. Suas previsões terminaram ontem. Não estou mais vinculado àqueles que partiram antes de mim, dizendo o que eu devo aceitar. Estou no comando de minha própria vida, sou capitão do meu próprio navio! Posso criar o que quiser!”

Na verdade, queridos, vocês sempre podem e sempre puderam, entretanto, que oportunidade grandiosa e gloriosa para celebrar esta verdade, em um dia quando toda a humanidade está preparada para reconhecer um novo início.

Até certo grau vocês fazem isto em seus aniversários, em seu Ano Novo e em outras ocasiões especiais, mas neste dia, se fizerem isto, podem criar uma mudança grandiosa e gloriosa para a Humanidade! Afinal, é o término de um calendário que durou 26.000 anos.

Podem imaginar isto?
26.000 anos de previsões!
26.000 anos de lutas.

26.000 anos em que a humanidade tentou ganhar a vida na Terra, sem recordar que todos e cada um de vocês são guiados e amados por Deus.

26.000 anos de adoração aos falsos ídolos do medo, do poder, do dinheiro, etc.

Vocês podem imaginar, queridos, a sua tremenda capacidade de criar coletivamente uma nova realidade, se escolherem fazer isto?

Assim, a nossa recomendação seria muito simples.

Em 21 de Dezembro de 2012, o último dia de um calendário humano, criado há séculos – sentem-se e agradeçam por tudo o que se passou antes – cada dor, cada dificuldade, cada bênção e cada alegria, pois cada experiência em sua vida os ensinou. Cada experiência em sua vida os levou a buscar mais amor. Cada experiência os conduziu a este momento.

E então, depois de agradecerem por tudo o que passaram, liberem-no. Vejam-no se afastando de vocês, como se estivessem se desprendendo de um casaco, ou de uma pele velha.

Imaginem-se avançando para um futuro maravilhoso. Decidam que a partir deste momento em diante, vocês irão fazer o máximo para trazer o amor a cada situação em sua vida.

Pratiquem o amor e a gratidão por Deus e pela Criação, o Amor a si mesmo, e então pela virtude da natureza da realidade e o amor pelo próximo. Peçam que a sua vontade pessoal esteja alinhada com a vontade de Deus, pois fazer isto é pedir para estar alinhado com a realidade mais amorosa possível para as suas vidas. Orem para que a humanidade esteja também alinhada com a vontade amorosa de Deus.

Vocês têm o poder de criar uma realidade nova e maravilhosa neste novo “ciclo do tempo”, que está próximo de nós.

Mas lembrem-se: os ciclos do tempo comemoram a sua passagem. No entanto, todo e cada dia de suas vidas, a cada respiração, vocês têm a oportunidade de criar uma realidade mais amorosa! 

Este é o nosso desejo para vocês: que o amor de Deus se eleve dentro de vocês, para vocês e através de vocês, enquanto avançam para a Nova Terra, que todos e cada um de vocês estão criando, coletivamente.

Deus os abençoe.
Nós os amamos muito!

Os Anjos



Ciclos Intermináveis do Tempo

21 de Dezembro de 2012 é apenas outro ponto nos ciclos infindáveis do tempo...


Fonte  http://stelalecocq.blogspot.com.br/         De Coração a Coração

http://www.visionsofheaven.com/

Tradução: Regina Dumond reginamadrumond@yahoo.com.br